Se eu pudesse desenharia este encontro,
escuta, mais vale que andes pelo mundo.
Olhai-vos nos olhos
pelo amor daquilo que for,
vamos receber a lei do rio,
a lei do vento,
do beijo consagrado pra sempre
o fim a cada momento.
Pois então pare tudo e sorria;
pare tudo e chore;
contemple a arvore mais próxima.
Sinta o vento mensageiro:
Isto, isto, sem fim.
Role transformando a si
e a tudo mais,
até o próximo penhasco,
mensageiro penhasco,
dos confins da criação,
mensageiro da morte.
Pule! Vá, pule homem!
Pule mulher! Não há tempo,
como não há nada mais a perder.
E se caso não terminaste por aqui,
ora, aceite de uma vez por todas,
tope aqui,
tope agora,
d a n c e !
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
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